CORRELAÇÃO DO USO DE CIGARROS ELETRÔNICOS COM O SEXO E A RENDA FAMILIAR NOS JOVENS

Autores

  • Giovana Corrêa de Moraes Nardo Autor
  • Juan Carlos Constanceo Fernandes Autor
  • Leticia de Oliveira Alves Autor
  • Lylian Gabriella Nascimento Autor
  • Natalia Rosa Pelielo Autor
  • Paula Cristina Cola Autor

Palavras-chave:

Cigarro eletrônico. Jovens. Fumar. Gênero. Renda

Resumo

Introdução: Durante o século XX, a figura do homem moderno considerado atraente estava centrada ao consumo do tabaco. A partir dos anos 2000, o contexto social se voltava para uma postura de aversão ao seu uso, com leis de proibição do fumo em locais fechados e às propagandas comerciais. Posteriormente a isso, surge o cigarro eletrônico, inicialmente, com o objetivo de substituir o cigarro convencional e reduzir suas dependências. No entanto, houve maior iniciação ao tabagismo devido ao seu uso. Objetivo: Correlacionar a dependência de jovens àutilização dos cigarros eletrônicos quanto ao sexo e à renda familiar. Material e método: O plano de investigação foi elaborado seguindo o desenho de um estudo primário, observacional, transversal, descritivo e analítico. Participaram desse estudo 126 jovens usuários de cigarro eletrônico, na faixa etária de 18 a 30 anos, 44 homens e 82 mulheres de rendas familiares distintas. A pesquisa se desenvolveu a partir da elaboração de um questionário eletrônico via Google Forms, apoiando-se com base no teste de Fagerström, a qual avalia o grau de dependência à nicotina por meio de uma entrevista com pontuações pré-determinadas a cada resposta. Foi utilizado o teste de correlação de Spearman. Resultados: O estudo indicou que não há correlação significativa do grau de dependência com o sexo (masculino p= 0.2188; feminino p=0.1881). Ambos os sexos estão distribuídos em todos os graus de dependência. Em relação à dependência do uso do cigarro eletrônico e a renda familiar bruta, não mostrou correlação significativa nas três faixas de renda (p=0,218, para rendas de até 1.500 reais; p=0,391 para rendas de até 5.000 reais, e p=0,284 para rendas acima de 5.000 reais).Conclusão: Com base nos resultados apontados, pode-se dizer que o público jovem faz uso de cigarro eletrônico sem correlação significativa quanto ao sexo e a renda familiar.

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Publicado

2026-09-23