SELETIVIDADE ALIMENTAR NO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

Autores

  • Arthur Menegucci Vicençoni Autor
  • Camilla Santos Moraes Autor
  • Fabiana Godoy de Carvalho Romero Autor
  • Fernanda Mello Valverde Autor
  • Joviani Guimarães Rosa Autor
  • Julia Maria Machado Luiz Autor
  • Maria Eduarda Monteiro Oliveira Autor
  • Natália Cabrera de Souza Fujikawa Autor
  • Paula Cristina Cola Autor

Palavras-chave:

Seletividade alimentar, Espectro autista, Alimentação, Textura alimentar para o autista e Recusa alimentar

Resumo

Introdução: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é definido como um conjunto de distúrbios sensoriais. Essa sensorialidade pode estar relacionada às diversas texturas dos alimentos e assim estar relacionada à seletividade alimentar; uma das principais preocupações é a qualidade da dieta alimentar. Objetivo: Analisar a possível presença de comportamentos de seletividade alimentar em crianças com TEA. Material e Método: Participaram dessa pesquisa 32 familiares de crianças e adolescentes de ambos os sexos com diagnóstico de TEA, na faixa etária entre 1 ano a 13 anos, sendo 27 meninos e 05 meninas. Mediante abordagem e realização de convite, os participantes foram informados sobre os objetivos do estudo. Tratou-se de uma pesquisa descritiva, do tipo exploratório, com abordagem quantitativa com desenho de pesquisa do tipo primário, observacional, transversal. Utilizou-se, como método de pesquisa, um questionário "Análise de a seletividade alimentar de crianças com Transtorno do Espectro Autista" por meio do Google Forms, com perguntas fechadas e respostas de sim ou não a respeito de aspectos alimentares, obtendo respostas por porcentagem. O questionário foi enviado por meio de mídias sociais aos familiares e tutores de indivíduos com TEA. Foram utilizados os testes estatísticos Binominal de amostra. Resultados: As análises demonstraram que a maioria destas crianças/adolescentes apresenta comportamentos de seletividade alimentar, em relação a texturas, cheiro e consumo de novos alimentos com diferença significativa (p< 0,05). Já em relação ao comportamento dos pais frente à birra, horário e apresentação a novos alimentos não houve diferença significativa (p>0,5). Conclusão: Mediante aos achados, pode-se concluir a seletividade alimentar está presente em crianças no espectro autista.

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Publicado

2026-09-23